segunda-feira, 29 de setembro de 2014

domingo, 28 de setembro de 2014

Haicai #270:


Insensível
 
O silêncio latente
sentencia à própria sorte
tudo o que sente.

sábado, 27 de setembro de 2014

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Haicai #267:



Globo da morte


Num salto mortal,

peixe envidraçado

cai da estante.


(Publicado originalmente neste blog em: 31/05/13).

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Haicai #266:




Être gauche

Sofreria eu de poesia assintomática,
não fosse esse anjo torto

a me impelir à prática.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

domingo, 21 de setembro de 2014

sábado, 20 de setembro de 2014

Haicai #262:




Fim de tarde

Guerra colorida no céu:
pipas atam e desatam as nuvens.

E a alegria segue à deriva.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Haicai #261:




Lá vem o sol

Eu, cúmplice das manhãs,
que desenganam o medo

com um raio de sol.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

terça-feira, 16 de setembro de 2014

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

domingo, 14 de setembro de 2014

sábado, 13 de setembro de 2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Haicai #251:


Propaganda eleitoral


Promessas mofadas,

subintenções que se exibem

indisfarçadas...

domingo, 7 de setembro de 2014

Haicai #250:




E agora, Brasil?

Sem justiça ou consolo,
você marcha, Brasil!

Brasil, para onde?

Haicai #249:





Poema do absurdo

O absurdo faz mais sentido
que o alarido mudo

do próprio umbigo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Haicai #245:





Serenidade

O silêncio pousa na janela
e célere se aconchega

entre  grades e nuvens.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Haicai #244:




Receita poética

Há de se devorar poesia,
ainda verde,

para nunca aplacar sua sede.