sábado, 15 de setembro de 2012

Lua

À pequena Lua, minha filhinha de quatro patas, que hoje completa um ano.



Lua minguante ao léu tinha por reino o negrume dos sacos de lixo. Noite sem estrelas.
Lua novinha encantou quem se atreveu a se desvelar da indiferença e a acolher no coração.
Lua, carinho e fofura crescentes, amor incondicional.
Lua cheinha (de graça), anjo que Deus enviou para nos fazer sorrir.